Alguns símbolos do poder Txokwé traduzem-se em bastões encabeçados de estatuetas, principalmente representando o herói caçador Tshibinda Ilunga, o Pai e a princesa Lweji, a Mãe, máscaras e outros adereços como pulseiras, bastões de comando. O bastão é símbolo da autoridade. Existem bastões de gala e prestigio que exibem a riqueza do portador. São feitas normalmente em madeiras duras e entalhadas.
Os chefes Txokwé usavam no pulso uma celebre pulseira insígnia, dita lukano, cujo poder era reforçado com tendões dos pulsos dos sobas falecidos.
-bastão de autoridade dos Lunda-Txokwé
Encimado pela mascara sagrada tsikungu que simboliza os antepassados do chefe da terra, o mwanangana. O mesmo tipo de mascara foi entalhada num rectângulo ladeado por duas figuras de mascarados. O conjunto de rara elaboração constitui uma das obras-primas da arte Txokwé;
-Bastao Txokwé, dito Mbweci
Também chamdo Mutondo, termo que designa arvore de culto. A cabeça representa um antigo chefe, cujo penteado lembra a mascara de tshikungu, signo do poder. O bastão é símbolo de autoridade, que lhe vem da representação do antepassado;
-Bastão Txokwé, dito Mbweci
Madeira 97,5cm. No topo a figuração de quatro faces, encimadas por um conjunto escultórico figurando um homem de pé dando um clister a outro que esta de joelhos. Este bastão e um símbolo de autoridade. Possivelmente usado pelo curandeiro para enaltecer o seu status. As quatro faces representam mascáras femininas Pwo.


-cadeira trono dos Lunda-Txokwé, dita tshitwamo
Assento em pele laçada, pernas anteriores cariátides, representando uma figura feminina e outra masculina. A parte superior do espaldar é encimada por duas figuras da mascara tshikungu e uma representação do parto. A travessa do espaldar tem esculpida uma cena erótica;



-Cadeira chefal “Tchitwamu ua Mangu” 1;
-Cadeira chefal “Tchitwamu ua Mangu” 2;
-Cadeira chefal “Tchitwamu ua Mangu” 3;